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sexta-feira, 13 de julho de 2012

História - Kico O Ratinho



Kico era um ratinho órfão que morava num casarão abandonado. Seus pais haviam sido carregados por uma enchente, e desde então ele vivia sozinho.

Ele se alimentava roendo as páginas de alguns livros velhos que haviam sido deixados pelos antigos moradores daquele casarão. Mas, um dia ele enjoou de comer sempre a mesma coisa. Ele queria experimentar comidas novas, e mais gostosas. Então, Kico resolveu sair do casarão e, pelo olfato, acabou indo parar do próximo ao muro de um grande restaurante... O cheiro que vinha do outro lado do muro era delicioso... Ele estava com água na boca imaginando o que haveria de gostoso nas latas de lixo atrás do muro: restos de comidas diferentes, frutas, pedaços de toucinho, queijo... Que delícia! 
Mas, por mais que Kico procurasse, não encontrava um modo de atravessar aquele muro tão alto. 
E agora, o que fazer? 

Foi quando apareceu um coelhinho, que foi logo se apresentando:
--- Olá! Meu nome é Pipoca. Qual é o seu nome? E por que você está tão triste?
--- Meu nome é Kico. Estou triste porque estou com muita fome, e sei que do outro lado do muro tem muita comida gostosa, mas eu simplesmente não consigo passar paro o outro lado, pois o muro é muito alto... 
Pipoca pensou, pensou. E teve uma idéia!

--- Já sei! Faremos uma gangorra!
Vamos pegar um pedaço de madeira e colocar sobre esta pedra. 
Você fica em uma ponta da madeira e eu pulo na outra ponta. O meu peso certamente vai lançar você sobre o muro, e você irá para o outro lado do muro. 
E assim foi feito. 
Quando Kico chegou do outro lado, ele ficou maravilhado! Era tanta comida gostosa, que ele não sabia nem por onde começar a comer! Beliscava uma coisa, roia outra... 
“Este lugar é um paraíso!”, pensou ele! 
Foi quando ele esutou um barulho. 
Olhou para trás e viu...

Bem atrás dele estava um grande gato, o maior que Kico já tinha visto! 
O gato pulou em cima dele tentando pegá-lo, mas Kico foi mais rápido e começou a correr! 
Ele corria o mais depressa que podia, mas o gato era grande e rápido, e estava quase alcançando o pobre ratinho! 
Kico já estava desesperado, achando que seria o seu fim.

Quando tudo parecia perdido, eis que o Kico vê uma pequena rachadura no muro, e mais que depressa, passa pelo buraco! 
Kico estava salvo! 
O buraco fora a “porta” pela qual ele pode escapar de uma morte certa e terrível! 

Isto me lembra de uma outra “porta” que nos permite fugir de um terrível fim. 
Na Bíblia, que é a Palavra de Deus, lá no livro de João 10: 09, Jesus disse assim: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á ...”. 
E ainda em João 10:10: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”. 
Na verdade, todos somos pecadores, e estávamos condenados a uma terrível morte, uma eternidade sem Deus. 
Mas nosso Deus, que nos ama muito, mandou o seu próprio Filho, Jesus Cristo, para se sacrificar por mim e por você. 
Ele foi humilhado e morto numa cruz, porém ao terceiro dia ressuscitou. 
Ele não tinha pecado, mas sofreu tudo isso por amor a nós. 
E agora, todo aquele que reconhece o sacrifício de Jesus, e o aceita como seu Salvador, terá direito a vida eterna, a morar no céu com Deus. 

Você não gostaria de receber em seu coração a Jesus Cristo?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O Cachorrinho


Um menino entrou em uma loja de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.


O menino puxou uns trocados do bolso e disse: "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"

O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:

"O que é que há com ele?"

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.

O menino se animou e disse: "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!" 

O dono da loja respondeu: "Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."

O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: "Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total."

O dono da loja contestou: "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."

Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."

Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou piores do que elas e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.
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